Uma Malla pelo mundo

Lucia Malla no HavaiDesde criança, uma viajante inveterada, Lucia Malla saiu do país pela 1a vez em 1997 para um estágio na Alemanha. Desde então, se mudou inúmeras vezes, voltou ao Brasil, voltou pro exterior, e nesse vai-e-vem, vai levando a vida – agora dedicando-se à ciência e morando à beira de um vulcão em Honolulu, Havaí.

– Nome:
Lucia Malla

– Onde nasceu e cresceu?
Nasci no Rio de Janeiro, cresci em Vila Velha (ES).

– Em que país e cidade você mora?
Atualmente, moro em Honolulu, estado do Havaí, EUA. (Como o Havaí é um estado peculiar e meio “à parte” da nação americana, considerarei aqui especificamente ele para fins de resposta, e não o país como um todo.)
Lucia Malla no Havai

– Você mora sozinho ou com sua família?
Moro com meu marido.

– Há quanto tempo você reside nesse local?
Chegamos de volta em janeiro/2009. Tanto eu quanto ele já havíamos morado aqui anteriormente, por mais de 1 ano, no início da década. Nos conhecemos e nos casamos no Havaí (Leia aqui nossa historia: A melhor viagem de duas vidas) .

– Já residiu em outro(s) país(es) antes dessa experiência?
Sim, morei em Potsdam (Alemanha), em Boston (EUA) e em Ansan (Coréia do Sul).

– Qual sua idade?
34 anos.

– Quando surgiu a idéia de residir no exterior?
É uma longa história, mas basicamente sempre tive vontade de ser “estrangeira”. Era uma necessidade pessoal muito profunda, de admirar e aprender com a diversidade cultural e humana que existe pelo mundo in loco. Saí cedo de casa para fazer faculdade, o início de uma jornada interminável de viagens e experiências. Hoje, cada lugar novo que conheço me ajuda a entender um pouco mais o quão etérea é a nossa vida como ser humano – e o quão importante é torná-la sempre prazeirosa, tirando boas lições e aprendizado de toda e qualquer experiência porque passarmos. (Sou uma otimista incurável, quase poliana, que sempre tenta achar o lado positivo das coisas.)

– Foi difícil conseguir o visto de residência ou o visto de trabalho?
Sempre tive visto de trabalho para os lugares onde fui. Para a Coréia, levou quase 6 meses para o visto sair, pois dependia de tradução juramentada de todos os documentos e currículos para o coreano, o que não foi simples conseguir. Para os EUA, principalmente depois do 11/setembro, o processo se tornou mais demorado. Já fui entrevistada por autoridades em “salinhas” na fronteira algumas vezes, mas sempre fui bem tratada, e entendo o mindset (e a politica) por trás desse protocolo reforçado. Ironicamente, a imigração mais penosa que passei foi na Inglaterra, quando fui a passeio.
Agora, tenho visto permanente para os EUA. Foi demorado consegui-lo, mas não difícil. Burocrático é a palavra que melhor define todo o processo mesmo. Tirei-o no Brasil ainda e a entrevista final foi no Rio de Janeiro, o que terminou sendo uma excelente oportunidade para rever os parentes. E se divertir na minha cidade natal.

– Você tem seguro saúde? Foi difícil obtê-lo antes ou depois da sua chegada?
Sim, tenho, via trabalho. Mas demorou uns meses para sair, por motivos aleatórios.

Você trabalha? Como a renda familiar é obtida?
Trabalho como pesquisadora num laboratório da Universidade do Hawaii. Parte da renda da família vem daí.

– Se a resposta anterior foi sim, você mudou de área depois da saída do Brasil ou continua no mesmo setor?
Interessantemente, entre Coréia e Honolulu, terminei passando 2 anos no Brasil (de out/2006 a dez/08): 1 ano em Poços de Caldas e 1 ano em São Paulo. A curiosidade (e ironia) foi que fiz o caminho reverso da maioria das pessoas: foi no Brasil que mudei de área, passei a me envolver com o business de fotografia que meu marido já havia começado alguns anos. Foi um mega-aprendizado, demos um boost forte no nosso banco de imagens, viajamos para diversos pontos interessantese desconhecidos do Brasil e da América do Sul, aprendi a lidar com as editorias de revistas (o que me fez deixar um pouco a mentalidade acadêmica e tentar entender o xadrez da divulgação científica na prática), tive mais tempo pro meu blog, fiz muitos amigos através dele… enfim, foram 2 anos intensos, que deixaram saudades gostosas. Hoje, ainda trabalhamos na fotografia durante os fins de semana. No exterior, entretanto, sempre me dediquei com afinco à área em que me formei, biologia.

– Você fala a língua local? Você acredita que é importante aprender a língua local?
Falo inglês e, embora a maioria daqueles com quem convivo diga que sou “fluente”, tenho plena noção de que nunca o serei. Cresci falando português, é impossível perder esse referencial. Entretanto, tento aprender a língua dos lugares por onde passei, porque sou apaixonada por idiomas e sonoridades, adoro até idiomas que só encontro quando viajo a passeio . Minha mãe é professora de francês, e estudou grego e latim; ela soltava muitas frases em casa comigo em francês e desde criança fui instigada por ela a curtir os diferentes fonemas, entender a origem dos sufixos e afins, pensar na dinâmica dos idiomas. Aprendi um pouco de alemão meses antes de viajar para Berlim (curso de sobrevivência do Instituto Goethe), e quando saí da Alemanha conseguia manter uma conversa sem gaguejar muito (infelizmente, a falta de uso me levou a esquecer quase tudo do alemão 10 anos depois); aprendi a ler coreano e falar bem pouquinho. Apesar de ser pouco, ler o idioma me ajudou a passar 3 anos mais tranquilos na Coréia, pois pelo menos entendia as placas (muitas curiosamente estão em inglês escritas em letras coreanas). Em Boston, morei numa república com americanos, exatamente para melhorar meu inglês – na época, o laboratório tinha muitos brasileiros, o que me fazia inadvertidamente falar português no trabalho. Quando cheguei no Havaí em 2002, fiz 1 ano de havaiano na universidade. As aulas não eram só de língua: tentava-se ensinar a cultura havaiana aos alunos. Como parte do currículo da matéria, ajudamos na construção de uma legítima casa havaiana . Hoje, de volta ao Havaí e apesar do inglês ser a língua oficial, pretendo retomar o havaiano, um idioma que eu particularmente adoro pela sua simplicidade extrema.
Acho que os moradores locais gostam quando vêem um estrangeiro se esforçando para falar o idioma local; basta reverter a situação e pensar num estrangeiro no Brasil, falando português: é sempre uma demonstração de sensiblidade “diplomática”, digamos. Mas sinceramente, a força-motriz desse meu comportamento multilíngue é minha vontade de aprender mesmo. Acho que tirando o caso do inglês, que é tão onipresente e apaziguador no mundo inteiro, não julgo quem more no exterior e não fale o idioma local; acho que a experiência não deixa de ser valiosa por isso, sinceramente.
Lucia Malla no Havai

– O que você pensa sobre seu novo país e o local onde mora (e/ou onde morou)? Eles respeitam os Brasileiros e outros expatriados vivendo nesse país?
Eu adoro o Havaí. Tanto gosto, que voltei. Adoro o mar, as oportunidades de mergulho e snorkel, os arco-íris frequentes, o isolamento da ilha. Honolulu é uma cidade enorme (quase 1 milhão de habitantes), mas se você pegar o carro, em menos de 20 minutos você chega numa praia praticamente deserta. É o melhor de 2 mundos: as facilidades da cidade grande e a tranquilidade de vilarejo. Em 2002, quando cheguei aqui da 1a vez, tinha vários conhecidos brasileiros. Desde que voltei em janeiro, entretanto, ainda não tive tempo de procurar por ninguém, nem sei se as mesmas pessoas ainda estão aqui. Mas tenho certeza que encontrarei expatriados. Imagino que não vai demorar para eu revê-los. E acho que, no geral, eles são respeitados. Grandes nomes do surfe brasileiro estão aqui, pelo menos o respeito no mar deve haver.

– Você tem filhos? Se sim, eles se adaptaram ao novo país? Estudam e têm amigos locais?
Não tenho filhos.

– Sente saudades da família no Brasil? Sente falta de produtos, alimentos e outras peculiaridades?
Sinto muitas saudades dos meus pais. Falo com eles pelo skype, o que ameniza bastante a ausência. Sinto falta dos meus cachorros e do gato (eles ainda não usam skype 🙂 ), de sair pra tomar um café ou cerveja com os amigos que deixei no Brasil, de visitar as primas, de passar uma tarde no Embu curtindo a feirinha e conversando ao léo. Entretanto, não é uma saudade que me martiriza; pelo contrário, é uma saudade gostosa, que me dá uma sensação de acolhimento e a certeza de que fui feliz naqueles momentos. Curto ter saudade.
E não sinto falta de muitas “coisas” do Brasil. Mesmo por que, com tantos anos morando no exterior, aprendi o que realmente me faz falta, e trago quando vou ao Brasil – por exemplo, azeite de dendê e chocolate Talento preto. Coisas que eu viveria perfeitamente bem sem, mas já que posso trazer… aproveito.

– O que costuma fazer nas horas vagas, finais de semana e feriados? Quais as atividades recreacionais existentes?
Estamos passando por uma fase de “ajeitamento”, então os fins de semana são dedicados à organização da casa ainda. Mas como aqui é o Havaí, não dá pra não curtir o fim de semana , mesmo que você não queira fazer nada: basta ir até Ala Moana comprar um sabonete que você já está passeando. Uma simples caminhada pelo calçadão em Waikiki já é um relax. Semana passada fizemos a trilha da cratera do Diamond Head, que tem lá em cima uma vista do Pacífico fenomenal, um convite à contemplação. Meu point preferido da ilha é a costa leste, entre Waimanalo e Hanauma Bay: é onde vamos à praia admirar o mar azul piscina.
Lucia Malla no Havai

– Você tem planos para o futuro? Pretende viver nesse país para sempre?
Por enquanto, estamos bem aqui. Tenho alguns planos e muitas ideias pro futuro. Aos poucos executando. Agora nada é para sempre, né?

– Você comprou ou alugou o local que reside? Quanto pagou ou paga por isso? Comprar imóveis é algo comum nesse país?
No momento, moramos num apartamento alugado, pequeno e aconchegante, na cratera do Punchbowl, de onde vejo os fogos de artifício do Aloha Friday todas as sextas-feiras. De qualquer forma, em qualquer lugar que moro/morei, procuro não gastar mais de 25% do meu salário em moradia.
Comprar imóveis é o padrão (nos EUA como um todo, aliás…) e razão número 1 que levou o país à crise abissal em que se encontra. Acho que toda a “mentalidade imobiliária” precisa ser repensada pelos americanos. Há algo muito insustentável na visão de “só com uma casa gigante você é alguém na sociedade”.

– Qual o custo de vida?
Viver no Havaí é caro. Os salários não acompanham, e em geral as pessoas se apertam um pouco mais para viver aqui. A desigualdade social é clara. O Havaí é destino de aposentadoria de muitos milionários do mundo inteiro. Além disso, depende de transporte de navio ou avião para quase todos os bens de consumo que são vendidos nas ilhas – ou seja, frete. Estas são 2 das principais razões do encarecimento do custo de vida aqui. Para vir para cá, a pessoa tem que se conscientizar de que viverá mais apertada, com dinheiro mais contado. Eu não me importo, mas conheço gente que reclama das “privações consumistas”.

– Quais os pontos positivos e negativos de morar nesse país?
Positivos: Proximidade de mar mergulhável (basta alugar um tanque e cair no mar) e com tubarões, praias lindas, arco-íris quase diários, vulcões (eu adoro vulcões), muitos locais para trilhas e passeios divertidos, ritmo tranquilo de vida, segurança pública, consciência ambiental muito mais arraigada na cultura (pelo menos a grosso modo).

Negativos: as baratas. São muitas e vivo numa eterna luta contra elas. Também não gosto do tamanho exagerado das porções de comida. Acho uma fonte de desperdício imensa.

– Qual a curiosidade que mais te chama a atenção nesse país?
O “american way of life” é um grande paradoxo: ao mesmo tempo que levou o país ao desenvolvimento e enriquecimento, está deixando a todos endividados e doentes. Gosto de observar as coisas ao meu redor e viajo na maionese dentro desse paradoxo.
Já no Havaí em si, adoro a cultura do surfe. De ter “vaga para prancha” nas garagens dos apartamentos. De andar de chinelo e bermuda para todos os lugares, inclusive quando saio à noite. De ter um professor surfista que não perde um swell no North Shore. Da descontração no agir e no se relacionar. De perceber a enorme reverência e entendimento que os havaianos têm com relação ao mar. É emocionante.
Também gosto do sentido de “ohana“, que é a família havaiana. Mas não é só “pai, mãe, irmãos”: são todos os amigos. Ohana engloba todos que você ama, considera. É comum nos domingos vermos várias “ohanas” fazendo churrascos e piqueniques pelas praias das ilhas, tocando ukulele e aproveitando o dia. É um sentido muito mais agregador, humano, coletivo. Acho interessante.
E amo os colares de flores. 🙂
Lucia Malla no Havai

– O país que você reside tem alguma coisa que é usado no dia a dia que você acha que seria interessante ser implementado no Brasil?
Há um incentivo fiscal considerável para utilização de painéis solares como fonte de energia nas casas. Ao ponto de existir conjuntos habitacionais populares com painéis no telhado. A população vem abraçando a energia solar com animação, e apesar do custo ainda elevado, os incentivos fiscais (redução de imposto, basicamente) funcionam e as pessoas entendem o benefício geral a longo-prazo. Já existe uma lei que obriga as novas casas construídas no Havaí a instalarem painéis solares para aquecimento de água.
Outra ideia interessante: descobri esta semana que o prédio em que trabalho foi um dos “cobaias” aqui no Havaí de um sistema de refrigeração que usa a água das profundezas do mar. A água fria passa em circuito fechado resfriando a tubulação e depois, um pouco mais aquecida, retorna ao mar em profundidade menor (link sobre o projeto aqui: http://www.renewableenergyworld.com/rea/news/article/2008/07/investors-fund-us-10-75-m-for-honolulu-seawater-air-conditioning-53000). Embora requeira uma bomba para puxar a água a mais de 300 metros de profundidade, ainda assim é mais eficiente energeticamente que depender de energia termelétrica de uma usina para fazer o ar condicionado do prédio funcionar, já que a bomba em si pode ser alimentada por painel solar. Achei a ideia fascinante e seria interessante vê-la aplicada em algumas cidades litorâneas brasileiras. Apesar dos custos ainda elevados, acho que a longo prazo vale muito a pena.

Você tem sugestões ou dicas para pessoas que pretendem viver nesse país?
Como em qualquer lugar do mundo, venha de cabeça e coração abertos. Aproveite as coisas boas, releve as coisas ruins, ouça, aprenda, compartilhe experiências, converse com as pessoas, sorria bastante, caia no mar. Enfim, divirta-se.

– Você gostaria de recomendar algum web site ou blog relacionado à esse país?
Tem 2 blogs escritos do Havaí que leio: o Hawaii Blog e o The Right Blue, que comenta sobre várias espécies marinhas do Havaí. Leio também uns blogs brasileiros de surfe, que de vez em quando comentam sobre Havaí; Alohapaziada é o que mais acompanho.

No meu blog pessoal às vezes escrevo sobre o Havaí. Não sempre, porque uso o blog para extravazar qualquer coisa que me venha à cabeça e que eu ache que vale a pena compartilhar, de viagens que fiz a histórias do cotidiano e reflexões sobre a vida e o ambiente – e sobre tubarões, meus animais favoritos. 🙂

Aloha para todos.

Advertisements

20 Respostas

  1. Aloha Lucia

    Adorei sua história 🙂
    Moro tão pertinho do Havaí.. está na minha lista de lugares para conheçer!

    Beijos!

  2. Adorei a entrevista com a Lúcia, a quem tive o prazer de conhecer.
    Parabéns pelo excelente blog.
    Beijos.

  3. Lucia já tinha entrado várias vezes no teu blog, mas a entrevista é muito legal porque te dá uma visão mais estruturada dos blogueiros (risos). Por aqui também temos as baratinhas, acho que é coisa de ilha!
    Beijos

  4. O meu casamento também foi descontraído. Infelizmente, longe do mar. Mais precisamente no Embu, onde moram meus irmãos e minha mãe, e onde eu morava com meu sócio, que ainda tem a barraca de strudel na feira aos domingos.

    Havaí… Um dia.

    Bom te conhecer um pouco mais. 🙂

  5. […] o Zé-Jet e a Débora em Burlington, a Patricia nas Canárias, a Marcie em Nova York e a Lucia Malla no […]

  6. Baratas: taí coisa que não temos pela Holanda. Mas em compensação os muisjes (ratinhos pequenos) são presença constante principalmente em cidades perto de rios (Amsterdam, p.ex)

  7. Eita vidao…,muito fashion morar praias e praias. Em geral aqui nos Estados Unidos, tudo e muito caro. Agora ponto negativo do Hawaii, Jesus, meu pai fraternado,hawaii tem muitas baratas? meu ponto temeroso,pronto.(rsrs..).Gracas a Deus que aqui em MN,frio,nao tem!ui!

  8. Pessoal, obrigada a todos pelo carinho. Tenho q agradecer tb a Mirella pelo convite da entrevista.

    Olha, as baratas são consideradas os “mascotes” não-oficiais das ilhas havaianas… 😀

  9. Lucia Malla,

    Parabéns você soube escolher. Não conheço o Hawai mas a minha amiga foi e achou o máximo.
    Quanto as baratinhas……….o céus…………aqui na Alemanha tem aranhas e outros. Deixou a janela aberta mais de 1 hora,elas entram.

    Beijos e boa sorte

  10. Lucia vc é famosa, sempre vejo vc em algum site de viagem 🙂

    Amei te conhecer um pouco mais, saber que vc mora nessa terra linda e com esse mar maravilhoso.
    Sou mergulhadora e meu marido além de trabalhar com IT é instrutor de mergulho e amamos esse tipo de coisa.

    Bjokas

  11. Adorei saber mais sobre a doce Mallinha!!

  12. Vivi, precisamos trocar figurinhas de mergulho! 🙂

    Andrea e Meire, obrigada pelo carinho! 🙂

  13. Lucia

    Parabens pela entrevista, foi uma otima oportunidade de conhec~e-la um pouco mais.

  14. Luciola, me responda uma coisa. O pessoal ai no Hawaii usa as sandalias havaianas???

  15. Ernesto, valeu!

    Pô, Júlio, mas é claro, né! 😀

  16. qual é a cultura di havai

  17. Oi Luciana moro em Kona na BIg Island. gostaria de manter contato.

    Aloha
    Lindenberg

  18. Achei voce de novo!! haha!! Ainda temos que sair p/aquele lanchinho!!
    Lembra de mim? A Elisabet,

  19. […] post de hoje está, na realidade, lá. A Mirella gentilmente me convidou para uma entrevista no auge da minha mudança pro Havaí – […]

  20. Oi lúcia,li sua entrevista e fiquei fascinado pelo estilo de vida seu e do Andre,gostei muito de saber que voce é bióloga e trabalha na universidade do hawaii,e também que Andre é fotografo submarino,muito legal;eu sou técnico em segurança e saúde do trabalho e tecnologista em gestão ambiental,especialista em tratamento de resíduos,moro em Pirapora do Bom Jesus,cidade distante 65 km do centro de São Paulo,minha cidade é em uma região montanhosa,temos uma rampa de decolagem para pratica do voo livre próximo ao centro da cidade e indo ao hawaii visitarei a universidade do hawaii,projetos ambientais,projetos de tratamento de resíduos e geração de energia e procurarei incorporar o espirito do aloha. Abraço a você e Andre.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: