Emirados Árabes x França

Luis na França e em DubaiSe foi obra do destino que levou Luís para o exterior, isso somente os deuses poderão nos responder… mas não há dúvida de que quem procura acha. E foi a vontade de conhecer outras culturas, somado ao aprendizado de línguas e a profissão maleável, que o levou primeiramente a Dubai e depois a Paris.
De uma maneira simples e sem chorumelas, ele nos conta sobre suas experiências expatriadas nesses dois lugares tão distintos um do outro…

Nome:
Luís Fernando (ex-sheik Luis)

Onde nasceu e cresceu?
Nasci em Limeira, estudei em Campinas, morava em São Paulo.

Em que país e cidade você mora?
Depois de 1 ano e 10 meses em Dubai, agora estou em Paris.
Luis com um amigo em Paris

Você mora sozinho ou com sua família?
Moro sozinho em Paris. Em Dubai, morava em uma casa compartilhada.

Há quanto tempo você reside nesse local?
Estou em Paris há 5 meses.

Já residiu em outro(s) país(es) antes dessa experiência?
Sim! Emirados Árabes por 1 ano e 10 meses, e há muito tempo atrás, em Portugal, por 5 meses.

Qual sua idade?
31 anos.

Quando surgiu a idéia de residir no exterior?
Vamos lá. Viajar e conhecer outras culturas é algo que sempre me interessou. Foi a motivação para realizar diversas viagens solitárias em bicicleta (Limeira-Florianópolis, Buenos Aires-Santiago do Chile, mais recentemente, Irã…). Quando entrei na Universidade, sempre busquei – sem sucesso – bolsas de intercâmbio (“graduação sanduíche”). Durante os 5 anos de curso, aproveitei a proximidade da Faculdade de Letras para estudar inglês e francês como matérias extra-curriculares e um pouco de esperanto (que nunca usei).
O objetivo maior de minha profissão era de que ela me proporcionasse a possibilidade de viajar e conhecer vários países e culturas. Esse objetivo começou a se tornar realidade meio que ao acaso, quando saí da faculdade: vejo por acaso um concurso para vagas de trainee em Portugal. Participei meio que sem esperanças, mas fui escolhido!
Depois desse estágio em Portugal, fui contratado pela empresa e fiquei 5 anos em São Paulo. Mas ficar parado em um lugar é algo que vai contra aquela minha idéia inicial de viajar… foi aí que eu coloquei meu CV em alguns sites internacionais como o Monster (http://www.monster.co.uk). Deixei o CV por lá e fui atualizando a cada 6 meses. Um belo dia, um ano depois, recebi um telefonema da Inglaterra: uma head hunter me oferecia uma vaga de permanente em uma start up de telecom em Dubai. Foram 6 meses de negociação, até eu aceitar…
Às vezes penso que é inútil ir contra o acaso, debater-se desesperado por uma oportunidade, tentar “forçar” a casualidade: o melhor é fazer humildemente o dever de casa – colocar o CV na internet, dominar os idiomas do país onde se quer trabalhar (isso é importante) e seguir com a vida cotidiana. Um dia o acaso bate a sua porta.
Sim, eu falo de acaso: um belo dia em Dubai, a empresa me diz que eu precisava fazer um treinamento em uma ferramenta. Procuramo-lo no Oriente Médio, nada. EUA? Não, eu não tenho visto, e no mais a viagem é cara. Por fim, Europa: Inglaterra (hmm… só dentro de 3 meses), Alemanha e Suíça (hmm… não falo alemão) e França. Opa! Falo francês, e no mais o treinamento é em uma época conveniente. Lá fui eu fazer o treinamento…
… insisto nessa história do acaso: durante o treinamento, o rapaz ao meu lado percebe meu sotaque e diz: “você fala português?” O rapaz era filho de portugueses, e já me convidou para tomar uma cerveja. Foi aí que começou uma amizade que culminou meses mais tarde com um convite a trabalhar na França, e após mais alguns meses de entrevistas por telefone, algumas viagens e uma quantidade considerável de correspondências e e-mails, estava de mudança para a França. Eu havia feito a minha parte – tinha minha formação, e na faculdade, aprendera francês e inglês – e o acaso fez a parte dele. Pensando melhor, será que isso é mesmo acaso?

Foi difícil conseguir o visto de residência ou o visto de trabalho? 
Nos dois casos Emirados Árabes e França, fechei o contrato antes de viajar. Nos dois casos, as empresas “correram atrás” da papelada.
Em Dubai, a empresa te confisca o passaporte por 2 semanas, e quando o passaporte volta, já está com o visto de residência estampado (mas veja bem isso com sua empresa! Não vá para trabalhar com picaretas que retêm seu passaporte para sempre. Isso é proibido mas é uma prática comum por lá).
Na França, o processo é mais complexo: a empresa precisa provar para o governo que não há ninguém com a qualificação que eles procuram publicando a vaga em um site do governo. Se em um mês ninguém se interessar pela vaga, isso já serve como uma justificativa para te contratar. Após essa fase, você envia seus documentos para o departamento de imigração francês e após alguns bons meses, se seu pedido for aprovado, você receberá um visto provisório de entrada válido por 3 meses. Quando você chega no país, a maratona começa: exame médico, entrega dos documentos na Prefécture, … isso pode levar facilmente mais de 3 meses e enquanto isso, você corre atrás de um “Récépissé” (um recibo) que te permite trabalhar mas não serve como garantia para abrir conta em banco, alugar um apê… você acaba passando por uns perrengues graças à incompetência (intencional?) do Estado francês. Mas uma vez com a carta de residente na mão, tudo fica mais fácil: você troca sua carta de habilitação brasileira pela francesa, faz o seu pedido de carteira de saúde, etc…

Você tem seguro saúde? Foi difícil obtê-lo antes ou depois da sua chegada?
Em Dubai, a empresa pagava um plano privado, que tinha uma cobertura interessante pelos países do Oriente Médio, menos dentista. Tudo muito fácil e rápido: eu nem me inteirei do processo para obtê-lo, quando cheguei, eles já me deram a carteira.
Aqui na França, a filosofia é que liberdade é você correr atrás de tudo, justamente para não criar uma relação de dependência entre você e a empresa ou outra pessoa. Meu salário já era descontado desde o primeiro dia das contribuições para a Mutual (plano de saúde privado complementar) e para a Assurance Maladie (plano do governo). Eu tinha o direito… mas não tinha a carteira. Eu é que tive que ir no prédio da Assurance Maladie para pedir meu cadastro, e depois de uns 2 meses recebi a Carte Vitale que posso apresentar ao médico para não pagar a consulta. Nesse ínterim, paguei todas as despesas que tive com médico e farmácia. A cada vez, recebia um formulário de reembolso a enviar pelo correio, e agora estou começando a ser reembolsado…

Você trabalha? Como a renda familiar é obtida?
Bom, eu já contei um pouco das burocracias. Eu sou engenheiro de computação, e trabalho nessa área desde que me formei na Unicamp. É com isso que trabalho até hoje, embora tenho cada vez mais outros interesses…
Camelos na Estrada

Se a resposta anterior foi sim, você mudou de área depois da saída do Brasil ou continua no mesmo setor?
Quando saí de Dubai, mandei minhas coisas por transportadora para a França e atravessei de barco para o Irã. Lá fiz uma viagem de ônibus e bicicleta, até pegar um avião de Teerã para Paris. É justamente nessas horas que meu trabalho se justifica. Mas a rotina – todo dia na frente do computador – isso mata!
Não mudei de área, mas ando pensando seriamente nisso.

Você fala a língua local? Você acredita que é importante aprender a língua local?
Aprender a língua local é muito importante. Em Dubai, por exemplo: não falava árabe, e pensava que falava inglês… quando cheguei por lá, deparei-me com uma gama de sotaques que poderiam sim ser chamados de outros idiomas: inglês indiano, inglês filipino, inglês árabe, inglês britânico, inglês sul-africano… eu tinha uma dificuldade infinita para entender o que essa gente falava, especialmente no telefone. Se isso me prejudicava em atividades simples – como pedir um lanche por telefone – imagine como era no trabalho, para alugar uma casa, comprar um carro, … passei uns bons meses de pesadelo. O consolo foi quando meses levava um neo-zelandês recém chegado para a balada: paramos em um posto para perguntar as direções e ao quando viro para ele para confirmar o trajeto, ele me diz: “ele falava inglês?!?!”.
Na França, as coisas foram muito mais simples. Talvez por causa da tarimba que Dubai me deu, mas também porque é uma língua latina e o sotaque francês é mais uniforme (há muito menos gente no mundo falando francês). Talvez porque franceses gostam de brasileiros.

O que você pensa sobre seu novo país e o local onde mora (e/ou onde morou)? Eles respeitam os Brasileiros e outros expatriados vivendo nesse país?
Vamos simplificar, falando em pontos positivos e negativos de cada lugar:
Dubai
+ não faz frio
+ tax free: não tem imposto. O que você ganha é o que cai na conta;
+ luxo barato: todos os produtos que você compra não têm uma carga tributária sobre eles e, em geral, custam a metade do preço no Brasil ou em seu país de origem: carros, computadores, … pena que isso não é tudo na vida. Bares e restaurantes ficam em hotéis de luxo, o que significa que não é incomum em um banheiro de balada ter uma “ducha higiênica” e um indiano sorridente (“hi, sir!”) te esperando com uma toalhinha cheirosa, úmida e quente para enxugar as mãos. Isso faz daquela diarréia inesperada na balada uma agradável atividade.
+ quase não chove (chuva, só durante o inverno, em janeiro, e quando chove, alaga tudo);
+ ambiente internacional: 80 % da população nos Emirados Árabes são estrangeiros. Mais do que isso: estrangeiros que chegaram no país ha menos de 5 anos. Isso significa que a cada esquina você ouvirá um idioma diferente: tagalog, malayalan, hindi, urdu, tamil, português, espanhol, alemão, turco, russo, japonês, chinês, coreano, francês, farsi, italiano, grego, tcheco, eslovaco, armênio, africaner, tutsi, … e até inglês e árabe. Em poucos lugares há tantos estrangeiros em estado tão bruto.
+ o mar: o mar é limpo, próximo e acessível. Sinto uma falta enorme dos passeios de caiaque que fazia.
– calor no verão: durante 6 meses do ano faz um calor úmido e desagradável. No pico do verão, faz bate 50 graus de dia e 40 graus de noite;
– quase não chove;
– Povo bruto: falta na maior parte dos estrangeiros que vive em Dubai um pouco da polidez francesa – bom dia, boa tarde, boa noite,… respeitar filas de supermercado, elevadores ou trânsito, falar baixo, … é estranho ver tanta gente com tantas coisas materiais e ao mesmo tempo tão mal-educadas. Isso sem contar com os fedidos enconstando em você às 7h da manhã no ônibus coletivo. Ou ainda o bafo-de-onça da turma após o almoço (quase ninguém escova os dentes);
– Aluguel surreal: o mercado imobiliário é uma bolha prestes a explodir. Prova disso é que o aluguel ser mais caro que Paris. Exemplo: há 2 anos, o aluguel de uma casa de 2 quartos no condomínio Arabian Ranches custava em torno de 100.000 dirhams/ano (aproximadamente 20.000 euros/ano). Hoje está acima de 200.000 dirhams/ano (aproximadamente 40.000 euros/ano). Quem paga isso? Pouca gente. A opção é ir para as casas compartilhadas, que são ilegais. E ainda assim, não são baratas: eu pagava 1.200 euros/mês em um quarto! É normal as pessoas gastarem mais de 50% de seu salário em aluguel. Agora o governo de Dubai deu um ultimato para as pessoas saírem dessas casas. O que resta? Morar no deserto, nos blocos de apartamentos populares há 20 km do centro da cidade. E agora eu te pergunto: vale a pena? Eu acho que não. Dubai não vale esse sacrifício.
– liberdade: os Emirados Árabes é o lugar mais próspero e aberto a estrangeiros do Oriente Médio. É o que se sonhava para o Líbano há 30 anos. Mas não se iluda: Dubai não é uma democracia. As leis não emanam do povo. Tvs e revistas são censuradas. A internet é censurada. Isso pode ser muito chato às vezes.
– machismo: eu diria que há duas Dubais, uma progressista e outra retrógrada. A progressista acredita no progresso, associa-se a estrangeiros. A retrógrada é atrasada, inculta, machista, bruta. O resultado é que nunca se sabe a reação das pessoas perante ao estrangeiro. Por exemplo quando uma menina aparece de mini-saia em público. Uma amiga (estrangeira) minha foi estuprada na cidade. Os rapazes (estrangeiros) foram presos e condenados. A pena foi de 7 anos; pena exemplar: na maioria das vezes o que se vê são condenações de 1 ano, que mais parecem um acordo entre barbudos “para inglês ver”. Sei de pelo menos 2 brasileiras que foram estupradas na cidade. Uma delas nem queixa deu por medo.
– relação homem x mulher: Dubai é um garimpo de luxo. Há 5 homens para cada mulher na cidade. Isso explica um pouco o item acima.
Luis esquiando em Dubai      Hobby do Luis em Dubai

França:
+ Liberdade: Não há censura!
+ Igualdade: com a carta de residente na mão, você tem todos os direitos de um francês, menos o direito a voto.
+ Fraternidade: ainda estou apurando o que isso significa. Mas a piscina do bairro é pública, qualquer um pode ir. O francês adora uma vida comunitária: há milhares de associações de bairro e cursos disponíveis ou gratuitamente ou por um precinho aceitável;
+ Proximidade cultural;
+ afinidade cultural: franceses, em geral, adoram o Brasil e os brasileiros. Com a ressalva que, por vezes, você é visto e tratado como “exótico”. As francesas têm várias fantasias sexuais a respeito (como um francês no Brasil). Isso pode ser bom, ou não;
– custo de vida: aluguel é mais barato que Dubai… mas não muito. Alimentação é cara, principalmente em Paris;
+ vida simples: não espere ter na França o luxo que se tem em Dubai: o banheiro da balada é sujo e às vezes tem papel. Os apartamentos, principalmente em Paris, são pequenos. Carros custam uma fortuna. Mas, olha que beleza, você não precisa deles! A padaria fica na esquina a 2 minutos a pé. E para todas as outras coisas existe o metrô e o trem;
+ Nível cultural: embora a vida seja simples, você vai ver que o nível cultural é outro. O nível do ensino público é bom e existe uma cultura de leitura muito forte entre os franceses. Sim, se quiser, você poderá conversar sobre carro, futebol e bundas, mas em geral haverá outros assuntos;
+ segurança;
– clima: o inverno aqui é meio desagradável. Nem tanto pelo frio, mas pelo excesso de chuvas e pela escuridão (faz um solzinho xoxo que aparece às 7:30h e vai embora antes das 18h).

Você tem filhos? Se sim, eles se adaptaram ao novo país? Estudam e têm amigos locais?
Filhos? Não que eu saiba.

Sente saudades da família no Brasil? Sente falta de produtos, alimentos e outras peculiaridades?
Sinto saudade do carnaval, e de algumas coisinhas. Em Dubai era mais difícil, mas aqui na Paris, tem quase tudo: restaurante brasileiro, forró, revistas bilíngues (português e francês), lojinhas que vendem guaraná, …

O que costuma fazer nas horas vagas, finais de semana e feriados? Quais as atividades recreacionais existentes?
Em Dubai, eu ia para o mar fazer caiaque. No inverno, ia para o deserto. Ou viajava. Na França, horas-vagas são para viajar, ir a museu, leitura, passeios pela cidade.

Você tem planos para o futuro? Pretende viver nesse país para sempre?
A França é um país agradável. Mas não cheguei ainda ao ponto de tomar uma decisão drástica dessas: “para sempre” é muito forte, e acho que não existe. Hoje tudo é muito incerto e imprevisível.

Você comprou ou alugou o local que reside? Quanto pagou ou paga por isso? Comprar imóveis é algo comum nesse país?
Em Dubai, morava em uma casa compartilhada, onde alugava um quarto com banheiro por 1.200 euros/mês. E isso tudo ilegal: sem contrato ou qualquer garantia.
Aqui em Paris, alugo um estúdio por 750 euros/mês. E com um contrato no meu nome, todo bonitinho.

Qual o custo de vida?
Dubai: fora o aluguel, as coisas são mais baratas que no Brasil. Supermercado tinha preço semelhante ao do Brasil;
França: o custo de vida é alto. Pegue o preço de São Paulo: aqui é o mesmo só que em euros.

Quais os pontos positivos e negativos de morar nesse país?
Vide respostas anteriores.

Qual a curiosidade que mais te chama a atenção nesse país?
Emirados Árabes: a diversidade cultural, o deserto, o mar.
França: a liberdade, o laicismo, os queijos, os vinhos.
Casa de Luis em Dubai depois da chuva Casa de Luis em Dubai depois da tempestade de areia

Você tem sugestões ou dicas para pessoas que pretendem viver nesse país?
Emirados Árabes: negocie tudo com sua empresa antes de você ir. Não deixe nada nebuloso, principalmente no tocante a aluguel e férias. No melhor caso, a empresa se encarregará de encontrar um lugar (decente) para você morar, e te dará uma passagem aérea por ano para voltar ao Brasil. Eu penso que hoje as melhores oportunidades são para as companhias aéreas e setor financeiro. Nas companhias aéreas, em geral, elas oferecem alojamento e você tem muito pouca dor-de-cabeça.
França: não venha se você não fale francês. Poucos franceses falam inglês. Procure um trabalho antes de vir pra cá.

Você gostaria de recomendar algum web site ou blog relacionado à esse país?
Dubai:
– Eu editava um blog enquanto estava por lá. Tem muita informação útil. Mas POR FAVOR, LEIA O CONTEÚDO ANTES DE FAZER UMA PERGUNTA. A chance de que ela já tenha sido respondida é grande: http://dubaifutebolclube.blogspot.co
– Portal oficial do governo de Dubai:Dubai.ae

França:
revista bilíngue que circula na França e Bélgica: http://www.brazucaonline.org/apropos.php

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11 Respostas

  1. Uma das melhores entrevistas do site. Muito bom.

  2. Oi Luís Fernando, adorei sua entevista. bom.. eu estou de mudança para Paris agora em março..e devo confessar que estou morrendo de medo, já que não falo francês…sou engenheira tambem tenho feito algumas entrevistas de trabalho, ate dizem que para trabalhar a principio posso falar o inglês mesmo..mais vai saber né!

  3. Texto leve e respostas úteis. Gostei da entrevista!
    Abraço,
    Carmem.

  4. Adorei sua entrevista Luís, principalmente qdo vc fala desse “acaso” que na minha opnião não existe 🙂 Já estava no seu destino e vc fez a coisa certa, se preparou e qdo aconteceu vc agarrou 🙂

    Parabéns

  5. Fala Luizao…

    Como anda essa vidinha ai em Paris…??

    Um grande abraço!!!

    Anselmo

  6. Ahhhh mininão!!!!!

    Se eu fosse você eu teria tirado a barba antes de sair de Dubai… Puxa cara de terrorista rapaiz… rsssss

    Recebo notícias suas através do seu irmão e qdo ás vezes encontro seus pais…

    Fiquei feliz de poder ler a trajetória do Luizão..hehe…

    Feliz Ano Novo e Boa sorte com as francesas….ahhooooooooo!!!!

  7. Luizão!

    Muito massa teu texto, principalmente a parte sobre a diarréia!

    Abração, sucesso aí,

    NELSON

  8. Ohhh Luizão, fico feliz ter a possibilidade de imaginar as peripécias que continua fazendo, desde o show do Ratos de Porão em Limeira aos passeios de bicicleta após Cotil e agora sobre o globo terrestre. Acredito que um dia você há de encontrar um transporte ou teletransporte que o levará para fora desse planeta ou galáxia brother….Continue seu trajeto e quando puder conta mais um pouco para nós aprendermos contigo….abração
    Danão

  9. Puxa Luiz, Dubai ficou mais triste sem vc!
    Tem tanta coisa acontecendo que vc ia gostar…

    Sua entrevista ficou D+, como tudo que vc faz!!!
    parabens e SalamAlekum,
    Layla.

  10. 0la Luis moro en marselha aqui tem muitos arabes…..
    Amei sua pequena grande entrevista.
    viviaviana@hotmail.com

  11. perfeito,tudo que eu precisa saber!obrigada

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