O Fabuloso Destino de Ingrid Mantovani

Ingrid na FrançaEra uma vez uma garotinha que era apaixonada pelos prazeres simples da vida. Um dos seus prazeres favoritos era caminhar pela paulista de ponta a ponta. Sim, nossa garotinha veio de São Paulo, sua cidade amada e odiada. Porém o destino veio como um tornado e bruscamente a levou para o outro lado do oceano. É assim que começa nossa história sobre a Ingrid na terra dos 400 queijos.

– Nome:
Ingrid Mantovani

– Onde nasceu e cresceu?
São Paulo

– Em que país e cidade você mora?
França, Paris
Ingrid na França

– Você mora sozinho ou com sua família?
Com meu namorado

– Há quanto tempo você reside nesse local?
Há um ano e meio

– Já residiu em outro(s) país(es) antes dessa experiência?
Sim, morei um ano em Londres

– Qual sua idade? 26 anos

– Quando surgiu a idéia de residir no exterior?
Foi uma idéia que surgiu de repente. Estava eu, formada e trabalhando em uma área na qual não tinha certeza se queria seguir carreira. Alguns amigos estavam planejando ir para Londres, então pensei “Por que não?”. E foi simplesmente assim, sem nunca ter pensado antes que iria para o exterior, que eu fui.
Quando vim para França foi diferente. Meu namorado estava aqui fazendo mestrado e meu visto britânico estava acabando. Resolvi vir acompanhá-lo, aprender uma nova língua e viver em cultura desconhecida, afinal, o que eu tinha a perder?

– Foi difícil conseguir o visto de residência ou o visto de trabalho?
O meu visto é de estudante. Todo visto é chato e burocrático de tirar, mas confesso que tive sorte, pois dei a entrada do processo no consulado francês em Londres.
Cheguei ao consulado com todos os papéis que me foram pedidos e a mulher que lá trabalhava me perguntou para que dia eu queria que começasse o visto. Para a minha surpresa ele vinha somente com três meses e com o seguinte recado “Isso não é um erro, este é um visto de Longa duração, para prorrogá-lo é necessário se apresentar na prefeitura do seu bairro”.
E aí tive sorte novamente, já que não morava exatamente em Paris e sim em uma “Banlieue” (Neuilly -sur-Seine) com prefeitura separada.
Então recebi uma prorrogação de um ano. Depois descobri que na prefeitura de Paris, eles dão somente seis meses. Isso é padrão, independente do tempo do seu curso.

– Você tem seguro saúde? Foi difícil obtê-lo antes ou depois da sua chegada?
Para tirar o visto é necessário ter um seguro de saúde particular. Esse foi fácil de tirar. Mas para conseguir a “Securité Sociale” foi mais complicado. Depois de ir em milhares de lugares, sermos mal tratados e nos sentirmos uma bolinhas de ping-pong sendo mandados de um lado para o outro, meu namorado e eu descobrimos que para possuir o seguro de saúde era necessário ou ser matriculada em uma universidade, ou em uma escola que fizesse para mim ou estar trabalhando. Eu não estava enquadrada em nenhuma dessas alternativas, mas mesmo assim resolvemos ir mais uma vez na LMDE e finalmente uma mocinha simpática nos deu uma solução; eu poderia me cadastrar junto ao seguro de saúde do meu namorado.
Foi bom, mas por sermos estudantes a carteirinha não cobre tudo e sempre temos que pagar mais que 50% em consultas e medicações.
Descobri, tarde demais, que teria direito a um seguro europeu já que estava assegurada na Inglaterra. Porém o pedido deveria ter sido feito antes de vir.

– Você trabalha? Como a renda familiar é obtida?
Faço freelancers na minha área em agências de publicidade, sites e revistas, mas também tenho um trabalho fixo de babá que consegui pelo site Bebenounou. Como sou estudante só tenho direito a trabalhar 964 horas por ano. Então essa foi a maneira que consegui me virar com as horas permitidas.

– Se a resposta anterior foi sim, você mudou de área depois da saída do Brasil ou continua no mesmo setor?
Ainda trabalho na minha área, mas já fiz diversos trabalhos em outros setores. Trabalhei em bares, hotéis, cozinha. Posso dizer que tive uma experiência bem vasta no exterior e tenho certeza que esses trabalhos, que não são exatamente minha área, me fizeram uma profissional mais completa.

– Você fala a língua local? Você acredita que é importante aprender a língua local?
Cheguei aqui sem falar nada de francês. Escolhi uma escola privada chamada Campus Langue depois de uma árdua pesquisa de preços. Posso dizer que em um ano evolui muito. Hoje entendo, falo, escrevo e sou entendida. Mas é claro que ainda cometo erros, por isso é importante sempre continuar estudando.
Acredito que seja muito importante falar a língua local de onde se mora. Conheci muita gente em Londres que morava lá há 10 anos e não falava o idioma. Eles tinham emprego e conseguiam se manter, mas estavam sempre dependentes dos outros para ir ao médico ou fazer coisas mais elaboradas. Aqui na França é mais difícil, já que os empregos para quem não fala a língua são mais escassos e os franceses não são muito fãs de falar inglês.
Eu, particularmente, acho que morar em um país novo te dá uma oportunidade de aprender uma nova língua, então, porque não aproveitá-la?

– O que você pensa sobre seu novo país e o local onde mora (e/ou onde morou)? Eles respeitam os Brasileiros e outros expatriados vivendo nesse país?
Eu não gosto de Paris. A burocracia é louca (como podemos ver com relação ao seguro de saúde, por exemplo), o serviço é péssimo, já que há muita gente descontente com a vida (minha professora mesmo costumava dizer que os franceses vêem o mundo como um copo metade vazio), a cidade é violenta (sem comparar com o Brasil, é claro) e cheia de loucos.
Mas claro que tem coisas muito boas. Educação gratuita, inclusive para imigrantes. Incentivo a arte e cultura. Museus com acervos de dar água na boca. E a beleza. Sim, Paris é uma cidade linda.
Nunca sofri nenhum tipo de preconceito por ser brasileira. Já fui milhares de vezes mal tratada, mas não é pelo preconceito, já que até mesmo os franceses são tratados da mesma maneira.
Talvez haja preconceito contra árabes ou africanos, nada que eu tenha presenciado. Digo isso pela maneira violenta que alguns agem.

– Você tem filhos? Se sim, eles se adaptaram ao novo país? Estudam e têm amigos locais? Não tenho filhos.

– Sente saudades da família no Brasil? Sente falta de produtos, alimentos e outras peculiaridades?
Eu sou a garota nostalgia. Tenho saudade de grandes e pequenas coisas. Das conversas sobre política com meu pai, da proteção maternal, da sopa de feijão da minha avó, do cheiro do meu quarto, da cervejinha com amigos, de coxinha com catupiry, da noite paulistana. Acreditem que até do meu irmão enchendo o saco, tenho saudades.
Ingrid na França

– O que costuma fazer nas horas vagas, finais de semana e feriados? Quais as atividades recreacionais existentes?
Algo delicioso que é muito comum na Europa é ir aos parques em dias ensolarados. Deitar na grama, fazer piquenique. Acho maravilhoso. Enquanto isso, em São Paulo, temos a cultura do Shopping Center. Talvez seja pelo problema de segurança, mas convenhamos que é muito melhor passar seus dias em lugares fresquinhos, abertos e cheios de árvores do que em um lugar fechado, com ar condicionado e rodeado de lojas.
Outra vantagem da Europa é a facilidade de viajar. Com apenas 2 horas de viagem, chegamos a outro país. Portanto, eu e meu namorado costumamos fazer viagens de final de semana, que são rápidas e menos cansativas que o tour pela Europa.
Além disso, Paris no verão é cheio de festivais e eventos ao ar livre. São tantos que não conseguiria enumerá-los. Mas já aviso que aqui tem uma noite bem fraquinha, principalmente se você esta acostumado a noite paulistana ou londrina.

– Você tem planos para o futuro? Pretende viver nesse país para sempre? Pretendo voltar para o Brasil assim que acabar meu visto de estudante.

– Você comprou ou alugou o local que reside? Quanto pagou ou paga por isso? Comprar imóveis é algo comum nesse país?
Eu alugo um estúdio minúsculo de 12 metros quadrados, no sexto andar sem elevador e pago 400 euros por mês. Isso parece caríssimo, mas para os preços de Paris isso é BARATO (pasmem).
Paris tem um grave problema com habitações. As casas são precárias, velhas, pequenas e caras, mas mesmo assim tem uma demanda enorme, já que não tem mais espaço para morar.
Para comprar é pior. Acredito que muita gente viva suas vidas inteiras pagando aluguel.

– Qual o custo de vida?
O custo de vida é caro. O que mais pesa é aluguel e comida. Mas tudo depende do jeito em que você vive. O salário mínimo é de 1500 euros. Acredito que em uma família de 4 pessoas consiga viver com 3000 euros, já que algumas coisas saem de graça como educação e saúde.
Vale lembrar também que o governo ajuda muito as pessoas aqui. Se você tem mais que dois filhos, eles te pagam uma quantidade mensal para ajudar na criação.
Se você é estudante, o governo paga metade do seu aluguel e etc. Se seus planos são de mudar para Paris, aconselho que você visite uma assistente social para saber dos seus direitos.

– Quais os pontos positivos e negativos de morar nesse país?
Pontos positivos – Educação, ajuda do governo, transporte público, a cozinha francesa, incentivo a cultura, facilidade de viajar, a possibilidade de caminhar na beira do Canal Saint Martin quando quiser, comer croissant com camembert de café da manhã por um preço insignificante, tomar bom vinho todos os dias.
Pontos negativos – Burocracia, violência, mau humor francês, sujeira e precariedade.

– Qual a curiosidade que mais te chama a atenção nesse país?
Um dia, estava eu em um bar na Bastille e depois de algumas cervejas resolvi ir ao banheiro. Para a minha surpresa encontrei um buraco no lugar da privada.
Sai de lá e fui perguntar para meu namorado como aquilo funcionava,ele foi verificar e também não entendeu nada. Fomos perguntar ao garçom onde era o banheiro feminino e ele disse que era lá mesmo, no buraco.
Lá estava eu conhecendo o banheiro turco, muito comum em Paris.
Isso mesmo, muita gente aqui faz suas necessidades em um buraco.
Ingrid na França

– O país que você reside tem alguma coisa que é usado no dia a dia que você acha que seria interessante ser implementado no Brasil?
Os ônibus noturnos seriam interessantes em São Paulo. Claro que, juntamente com um plano de segurança, facilitaria muito a vida dos paulistanos e evitaria acidentes de trânsito de pessoas que dirigem cansadas a noite.
Também a proibição de fumar em lugares fechados. Ouvi dizer que o Serra está querendo implantar essa lei em São Paulo, espero que dê certo.

– Você tem sugestões ou dicas para pessoas que pretendem viver nesse país? Tente aprender um pouco da língua antes de vir. Pesquise muito em blogs e opiniões de outras pessoas. Paris é uma cidade bem particular e se você não se der bem com os defeitos dela, vai odiar morar aqui. Também procure saber como funcionar a burocracia. Informação é valiosa e pode te fazer economizar tempo e dinheiro.

– Você gostaria de recomendar algum web site ou blog relacionado à esse país? Brasil com z: brasilcomz.worpdress.com – Sou administradora e colaboradora desse blog que reúne brasileiros expatriados . Lá dividimos nossas experiências, damos dicas, falamos sobre curiosidades. Vale a pena conferir.

Persistência da Memória: persistenciadamemoria.wordpress.com – Meu blog pessoal. O lugar onde publico meus textos pessoais, falo das minhas viagens, e dou dicas sobre tudo, inclusive Paris.

Paris Info: parisinfo.com – hotéis, museus, restaurantes, eventos. Tudo que acontece em Paris.

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17 Respostas

  1. […] O expatriados é um blog bem bacana que faz entrevistas com brasileiros que vivem no exterior. Estou escrevendo hoje para convidá-los a ler a entrevista da semana, já que a mesma foi respondida por mim. Espero que gostem e não deixem de comentar. O link é esse aqui. […]

  2. Legal Ingrid.
    So aproveito para corrigir o salario minimo nao é 1500, mas 1200 e poucos brutos o que liquido da menos de 1000 euros.
    Também aproveito paa dizer que nao ha tanta ajuda social assim.
    Eu por exemplo nao tenho direito a nenhuma e nao sou rica.
    Ao contrario do que muita gente pensa a escola publica aqui depende muito do bairro onde você mora.
    No nosso caso a escola é particular,, nao é uma fortuna como no Brasil, mas nao é gratis.
    Acho como ja disse em outro comentario, vale a pena conhecer Paris e ate morar um tempo, pela aventura cultura, mas economicamente é dificil.
    sorte a todos.
    Ingrid, quando eu cheguei aqui eu também tinha 26 anos e agora ja faz 10 anos que estou aqui, o tempo voa

    • Olá,Vanessa!
      Eu sou casada a cinco meses com um francês e gostaria de saber quais são realmente meus direitos na França e em novembro eu vou conhecer París.
      Para mim como sou casada com um francês é mais fácil conseguir trabalho.
      Meu email:
      WANDERLEIALINA@HOTMAIL.COM
      Beijos!!

    • Olá Vanessa,

      Pode me ajudar em uma coisa? Eu e minha esposa, pretendemos passar algo em torno de 6 meses (algo que pode se estender por causa da pós-graduação que deve sair no segundo semestre) em Paris p/ estudos e vamos levar nosso filho que tem 3 anos e nossa maior preocupação é o fator idioma. A questão é que se fosse algo em torno de 3 ou 4 meses tudo bem, mais como pode ultrapassar 6 meses, nos preocupamos com o alfabetizmo, ou seja, gostaríamos que ele aprendesse o português primeiro p/ depois pensarmos em algo.

      Enfim, a minha pergunta é: ” Existe alguma comunidade ou algo do tipo (mesmo que não seja oficial) que ensine português p/ crianças?

      Pode me dar alguma ajuda nesse sentido?

      Muito obrigado e caso não nos falamos mais Boas Festas…!

    • Ola vanessa como vai ? Eu sou a marcia moro tambem em Paris ha nove anos meu marido e Frances e tenho filhos! Agora estou aqui de ferias no Brasil vou voltar a Pari em Dezembro ;depois te passo meu telefone pra gente entrar em contato.BJOS

  3. Oi Ingrid! Legal compartir suas experiências por aqui também. Paris é uma das cidades mais lindas que já conheci e as vezes penso que nunca quero morar lá, para não perder esse encanto…
    A vida real não é feita apenas das luzes…

    Abração e sorte ai em Sampa! 🙂

  4. Oi Ingrid. Parabéns pela entrevista. So’ discordo quando vc diz que Paris é uma cidade violenta. Existem pickpockets que se aproveitam de turistas desatentos, bêbados nas ruas e nos metrôs, malucos de toda especie, mas violência mesmo eu nunca vi.

    Moro em Paris ha’ mais 3 de anos, vivo pra la’ e pra ca’ de metrô sozinha e nunca vi nem me aconteceu absolutamente nada. Adoro a sensação de segurança que tenho em Paris. Mas claro, existem coisas que a gente evita, como voltar de madrugada sozinha no metrô, andar em lugares poucos movimentados e iluminados de madrugada, essas coisas.

    Alguns bairros do suburbio são realmente mais violentos, é verdade, mas não são lugares de interesse turistico.

    Abraço!

  5. Adorei a entrevista! Interessante e bastante informativa. Pena que ela nao aconteceu em Londres, ja que ainda tenho vontade de morar la.
    Voce podia responder as mesmas perguntas e outras que achar relevantes em relacao a Londres no Brasil com Z ou no Persistencia da Memoria, ne? Sei la, sugestao para um post… =P
    Beijao!

  6. Bom dia a todos e obrigada por lerem e comentarem.

    Vanessa – Achei que o salário mínimo fosse um pouco mais alto, obrigada pela correção.

    Concordo que seja uma cidade difícil economicamente, mas comparado com outras cidades que vivi, Paris oferece coisas que as outras não fazem(como por exemplo, a possibilidade de um mestrado bom, fácil de entrar e gratuito). Eu e meu namorado, por exemplo, ganhávamos menos que um salário mínimo e nunca passamos sufoco (claro que soubemos economizar em nossa vida de estudante).

    Glenda – Obrigada pela visita, para mim também, Paris só para visitar.

    Adélia – Com relação à violência eu nunca comparo com o Brasil, porque simplesmente não tem comparação. Comparo Paris com outras cidades européias e para um país pertencente ao G7 não acho nada normal não poder voltar de madrugada ou coisas assim.

    Além disso, com só um ano de Paris tive problemas a luz do dia de domingo, por exemplo, mas isso fica para outra entrevista… rs

    Vania, ótima idéia. Acho posso fazer sim… rs
    Beijos a todos. Espero que tenham gostado.

  7. Oi Ingrid! Obrigada pelo convite, querida.
    Foi muito legal ter lido a sua entrevista, primeiro porque acho que vc já percebeu, é um assunto que eu adoro, morar fora, costumes diferentes e tudo mais, e segundo porque achei bem bacana você compartilhar com a gente honestamente seus pontos-de-vista, isso é muito saudável.
    Que delícia morar fora, e ainda mais NAMORANDO! UAU!

    Olha só, não fui ainda pra Paris, ou França mas eu conhecí um francês que era (mãe francesa, pai árabe), e ele passou todos os anos da vida lá sendo duramente discriminado em seu próprio país, foi terrível, ao ponto dele se mudar para a Inglaterra, um país que ele simplesmente AMA.

    Pôxa vc listou tanta coisa interessante, estímulos que o governo fornece ao povo e imigrantes! Mas estar nu m país com muita burocracia realmente é HORRÍVEL. Acho que a vivência de ser maltratada é péssima, talvez isso explique pq existem tantos psicanalistas franceses, tanto suicídio no país, etc e etc.

    Não podemos nos esquecer que a França foi o berço da resistênia ao nazismo/fascismo, é muito triste, mas agora parecem estar vivendo o outro lado da moeda.

    Paris terra dos perfumes e dos aromas, deve ter algo que compense tanto mau-humor, mas será que isso não está ligado à alimentação? Tantos queijos e vinhos…?

    Seria ótimo se vc contasse pra nóis, sobre a Inglaterra!!

  8. Oi Ingrid eu de novo pra dizer e perguntar.

    Sobre água para tomar, era caro? é boa?

    Sobre banhos todo mundo fala, francês não toma banho…qtos vc tomava por semana? A conta de água costuma ser cara?

    Sobre maus tratos, o modo como eles agem , isso muitas vezes é uma violência psicológica, que em geral é sentida como muito mais dura e violenta que outros tipos de agressão, vc tem razão!!

    Grande beijo
    Dani

  9. Oi Daniela,
    Obrigada pela visita.
    A agua, tanto em Paris quanto em Londres, eu tomava de torneira. Acho que esse eh um habito bem comum por lah, mas mesmo aqui no Brasil eu sempre tomei.

    Eu tomava banho, como de costumo, todos os dias. Acredito que em Paris e principalmente a populacao jovem tambem tem esse habito, mas acredito que no interior e as pessoas mais velhas tomam menos banhos.

    Nao sei como funciona a conta de agua, eu sei que nunca vi uma. Acredito que esteja inclusa na conta do aluguel. Lah so pagavamos o EDF que eh a conta de eletricidade e nao eh muito cara nao (pelo menos no verao).

    Beijinhos
    Ingrid

  10. adorei o post. sou fã. queria tanto ter ido. na próxima vez vou. e vc vai comigo. beijo.

  11. […] – Ingrid [entrevista] [blog pessoal]: Gostaria de responder essa pergunta com mais conhecimento de causa, afinal ja […]

  12. Olá!
    Eu recebi uma proposta de trabalho como au pair em Londres, mais como sou casada com um francês e ele me falou que muitos sites é furada. Golpes, como eu sou brasileira tenho que tomar mais cuidado.
    Em novembro vou para Paris com ele e quero trabalhar como baby sitler, estou vendo umas vagas no site, gostaria que vocês me ajudassem a colocar as palavras adequadas,o que devo fazer ou não para uma entrevista. Como indentificar as falsas mensagens…
    É fácil conseguir emprego como babá?
    Meu email:
    WANDERLEIALINA@HOTMAIL.COM
    Posso enviar o email, o qual eu recebi.
    Um abraço para todos!!!

  13. Ola Ingrid!

    Muito esclarecesora a sua entrevista!
    Queria saber se voce gostou do curso que fez no campuslangues. Vale a pena?

    obrigada!

  14. Olá Ingrid,

    Gostaria de perguntar se é fácil entrar no mestrado, sendo brasileira. Gostaria de estudar 6 meses francês e tentar concorrer a um mestrado. É muito difícil.

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