DE MALA, CACHORRO E CUIA

Jeanne no CanadaJeanne e Pedro encontraram no Canadá a oportunidade de retomar suas carreiras. Ela Technical Writer, e ele Programador Java Sênior, vieram com a cara, a coragem e dois cachorros.
Há quase 1 ano na cidade, eles dizem que Toronto foi amor à primeira vista e encontraram nela a tranquilidade e qualidade de vida que buscavam.
Saiba um pouco mais sobre como tudo aconteceu.

– Nome:
Jeanne

– Onde nasceu e cresceu?
Nasci no Rio Grande do Sul – Brasil – mas costumo dizer que fui criada pelo mundo.
Depois do meu nascimento meus pais se mudaram para Poços de Caldas (MG) onde morei até os 5 anos de idade. Em 1980 nos mudamos para Suzano (SP) onde morei até 1985, quando fui para Santa Cruz de la Sierra na Bolívia. Moramos lá durante 4 anos e posso dizer que foi uma das melhores fases da minha vida porque fiz muito amigos, conhecia quase todo mundo que morava na minha rua, tive a oportunidade de aprender Espanhol e ainda viajar para outras províncias como; La Paz (capital administrativa do país), Sucre (capital oficial) e Cochabamba.
Voltei de lá em 1989 e morei em Suzano até entrar para a faculdade de História em 1995, quando fui para uma república com mais 3 meninas em São Paulo.
Dois anos depois meus pais se mudaram para o Paraná e eu continuei morando em São Paulo até julho do ano passado, quando viemos pra Toronto.

– Em que país e cidade você mora?
Toronto, Canadá

– Você mora sozinho ou com sua família?
Moro com meu marido (Pedro) e mais 2 cachorros: a Ísis (vira-lata legítima) e o Willy, um yorkshire “macho pero no mucho”.

– Há quanto tempo você reside nesse local?
Estamos aqui desde 22 de julho de 2007.

– Já residiu em outro(s) país(es) antes dessa experiência?
Sim, morei na Bolívia durante 4 anos.

– Qual sua idade?
33 anos.

– Quando surgiu a idéia de residir no exterior?
Esta era uma idéia antiga e nosso sonho era a França porque eu queria aprender a lingua e fazer pós-graduação em História Medieval.
Em 2005 comecei a trabalhar em uma multinacional suíça e achei que esta seria a oportunidade da minha vida para mudar de país, mas logo na terceira semana percebi que isso não seria possível.
O Pedro e eu estávamos com uma vida relativamente estável no Brasil e já nos preparávamos para comprar um apartamento, até que uma amiga me falou sobre o processo de imigração para o Canadá. Dois meses depois aplicamos para o processo, que durou 11 meses.
Jeanne no Canada

Vários fatores – positivos e negativos – influenciaram em nossa decisão e o que nos fez optar pelo Canadá foi o fato de que o governo dá apoio ao imigrante para se estabelecer neste país e trabalhar legalmente.
Entre os fatores positivos está principalmente a minha vontade de morar no exterior novamente, visto que minha experiência na Bolívia foi muito enriquecedora.
Era também a oportunidade de aprender Inglês decentemente. Eu já usava o idioma no meu trabalho mas você nunca tem fluência total enquanto não vivencia a língua em seu dia-a-dia.
Eu estava trabalhando em algo completamente fora da minha área e esta seria a oportunidade de conseguir voltar a fazer o que eu gostava. No Brasil, eles chamam minha profissão de Analista de Organização e Métodos e aqui no Canadá é Technical Writer. Basicamente trabalho com documentação de processos, escrevo, reviso e atualizo todo tipo de documentos e manuais de treinamento que a empresa precisa ter para o seu dia-a-dia ou para ficar de acordo com as leis em caso de auditoria.
Os fatores negativos são conhecidos por muitos, infelizmente, e o principal é a violência. O Pedro e eu fomos assaltados 7 vezes cada um (eu sofria 1 assalto por ano e em uma ocasião fui assaltada 2 vezes em um periodo de 6 meses).
Eu já não saía à noite sozinha em hipótese alguma. Queria voltar a estudar mas como teria que ser à noite descartei completamente a idéia. Qualidade de vida nenhuma por causa do medo durante 24 horas por dia.

– Foi difícil conseguir o visto de residência ou o visto de trabalho?
Não. Demos entrada no processo de imigração e tivemos sorte dele ser processado em tempo recorde: 11 meses.

– Você tem seguro saúde? Foi difícil obtê-lo antes ou depois da sua chegada?
Temos o OHIP, que é o sistema publico de saúde daqui.

– Você trabalha? Como a renda familiar é obtida?
O Pedro trabalha como Java Developer em uma empresa que desenvolve jogos para a Internet e eu trabalho como Technical Writer em uma empresa que desenvolve aplicativos de segurança para transações online. É desta forma que garantimos “o leitinho das crianças”.

No início me deparei com o problema da falta de “experiência de trabalho canadense”, mas em outubro fiz um estágio não remunerado em uma Practice Firm e na primeira entrevista com empresa consegui o primeiro emprego. Passei por várias entrevistas com recruiters mas nenhuma foi para a frente.

Também frequentei os programas de job search que o governo oferece gratuitamente e acho que é fundamental para qualquer imigrante que chega ao país. Você aprende a elaborar o currículo de acordo com o que fazem aqui e se prepara para as entrevistas que são bem diferentes do Brasil.

Nós frequentamos o Job Start que é para profissionais de informática. Para entrar no programa você deve ter uma carta de referência de alguma outra instituição, como o Career Foundation.

Para o Pedro já foi mais fácil, em 2 meses e meio ele recebeu uma proposta para trabalhar como Programador Java em uma empresa que desenvolve jogos para a Internet e está lá até hoje.

– Se a resposta anterior foi sim, você mudou de área depois da saída do Brasil ou continua no mesmo setor?
Imigrar significou voltar a atuar em nossas áreas. O Pedro começou a dar aula em uma universidade depois que o Itaú resolveu dispensar todos os trabalhadores terceirizados em 2002. Estava sendo difícil para ele voltar ao mercado, porque apesar de ser programador sênior, com mais de 15 anos de experiência, a graduação dele é em Filosofia (e alguns anos de Física).
Eu enfrentava o mesmo problema porque sou graduada em História e especializada em Análise de Sistemas, mas nunca quis (nem aprendi) a programar, o que restringia bastante minhas possibilidades.
Felizmente, aqui em Toronto, eles exigem curso superior OU experiência equivalente na área, o que ambos temos. Desta forma conseguimos voltar a trabalhar em nossas áreas de atuação.

– Você fala a língua local? Você acredita que é importante aprender a língua local?
Sim. É fundamental que o imigrante chegue com, no mínimo, Inglês avançado porque sem isso fica complicado arranjar emprego. Sem fluência, suas chances se restringem quase que a trabalhos na limpeza, porque mesmo para trabalhar como atendente no Mc Donald’s, por exemplo, o que eles consideram survival job, você tem que saber falar.
Muitas etnias chegam aqui e procuram suas comunidades e lá ficam vivendo sem precisar aprender a falar Inglês. Conheci vários chineses, indianos, portugueses e iranianos que estão aqui há mais de 5 anos e não sabem falar Inglês. A vida fica bem mais difícil para eles.
O governo oferece cursos gratuitos para quem chega aqui sem saber falar nada, o LINC. Já falei sobre ele no meu blog (clique aqui para acessar o link).
Jeanne no Canada

– O que você pensa sobre seu novo país e o local onde mora (e/ou onde morou)? Eles respeitam os Brasileiros e outros expatriados vivendo nesse país?
Geralmente todos são respeitados e tratados da mesma maneira, mas ao longo do tempo pude perceber que existe sim um preconceito enraizado em relação a algumas etnias.
Nos programas de job search os iranianos se queixam bastante sobre preconceito. Um de nossos colegas era Analista de Sistemas em seu país e está aqui há quase 3 anos sem conseguir emprego. Ele é refugiado político e quando vai procurar emprego evita colocar o local das empresas em que trabalhou porque só assim consegue ser chamado para entrevistas. Seu colega, também do Irã, trabalhava com Mainframe e hoje tem um survival job no Wal-Mart.
Um médico iraniano disse que iria virar taxista, porque não tinha como voltar para a faculdade aqui e refazer todo o curso porque precisava sustentar a família.
Conhecemos um médico respeitadíssmo no Afeganistão com vários trabalhos publicados e que foi responsável por praticamente erradicar a tuberculose no país. Aqui, ele era apenas mais um refugiado desempregado.
Mas felizmente, esses são casos isolados e você será atendido da mesma maneira em uma loja se chegar vestindo um terno Armani ou uma calça jeans do Wal-Mart. Aqui é um pouco difícil saber quem é rico ou pobre.
A comunidade brasileira não é tão gande como a indiana e chinesa, então, não se encontra brasileiros com frequência por aí, mas mesmo assim, existem idéias pré-concebidas sobre nós ou nosso país.

– Você tem filhos? Se sim, eles se adaptaram ao novo país? Estudam e têm amigos locais?
Tenho 2 cachorros que aprontam todas.
Jeanne no CanadaJeanne no Canada
Isis & Willy

– Sente saudades da família no Brasil? Sente falta de produtos, alimentos e outras peculiaridades?
Achei que seria tranquilo ficar longe da família aqui porque eu já vivia longe dela há bastante tempo, já que meus pais moravam no Paraná e eu em São Paulo, mas não é bem assim.
Imigrar significa recomeçar tudo de novo, inclusive fazer novos amigos. Como você não está apenas em uma cidade diferente, mas sim em um país que não é o seu, fica bem difícil recomeçar a vida social, ainda mais para o Pedro e eu que somos quietinhos.
Felizmente uma coisa chamada BLOG foi inventada e é através dele que fizemos 90% dos nossos amigos, portanto, recomendo que assim que você decidir imigrar comece a escrever um blog e fazer networking. Apesar dos novos amigos a vida é um tanto quanto solitária por aqui.

– O que costuma fazer nas horas vagas, finais de semana e feriados? Quais as atividades recreacionais existentes?
Nossa rotina não é muito diferente da que levávamos no Brasil. Vivíamos em shoppings centers porque eram locais seguros e tínhamos tudo lá: restaurantes, lojas, cinemas, pista de boliche, etc. Como morávamos perto do parque Ibirapuera íamos lá de vez em quando nos fins de semana para patinar ou passear com os cachorros, mas para quem conhece SP, sabe que aquilo é uma loucura nos fins de semana.
Costumo ler livros sobre História Medieval e Literatura principalmente. Um filme europeu de vez em sempre também cai bem.
Agora que está quente, procuramos sair a pé ou de bicicleta para conhecer a cidade e patinar na rua ou vamos ao High Park soltar os cachorros na área off-leash (area do parque reservada para cachorros ficarem sem coleiras).
Uma coisa que mudou bastante, foi em relação aos Cafés. Eu sempre ia ao Franz Café em SP ou a restaurantes com uma amiga enquanto o Pedro lecionava. Aqui não tomamos mais café porque ainda não conseguimos nos adaptar ao gosto, mas viramos clientes fiéis do chocolate quente do Tim Hortons e de seus donuts.

– Você tem planos para o futuro? Pretende viver nesse país para sempre?
Viemos sem intensão de voltar, mas não temos Toronto como nosso ponto final. Retomei minhas aulas de Francês para não ficar restrita à parte anglófona do país e para aumentar minha empregabilidade, já que estamos em um país bilíngue.
Em um futuro (bem) mais distante, pretendo mudar de área e trabalhar apenas com cães. No Brasil, eu estava amadurecendo a idéia de ter um hotelzinho ou pet shop; já tinha até sócia mas faltava o capital.
Como hobbie, eu gostaria de poder dar andamento a um projeto que tenho em História Medieval mas acho que isso vai ficar para depois da aposentadoria, quando eu tiver cuidando dos meus hóspedes caninos no hotelzinho.
Enfim, são mais sonhos do que planos, porque primeiro precisamos nos assentar e reestruturar nossas vidas para ver o que faremos depois.

– Você comprou ou alugou o local que reside? Quanto pagou ou paga por isso? Comprar imóveis é algo comum nesse país?
Nós compramos um apartamento recentemente através de financiamento com o Banco mas assim que chegamos tivemos que optar pelo aluguel mesmo.
Alugar imóvel em Toronto é um sufoco, principalmente na época do verão. Além dos imóveis estarem todos ocupados ainda tínhamos o problema de conseguir um local que aceitasse pets (embora seja ilegal, a maioria não aceita). Depois de muita negociação conseguimos um apartamento em North York que só ficaria disponível quase 2 meses depois de nossa chegada.
Os imóveis aqui são bem caros, dificilmente consegue-se alugar um apartamento razoável e bem localizado por menos de $1000 (estou falando de 1 dormitório). Para compra é pior ainda, praticamente não existe imóvel bem localizado com preço menor que $200 mil. Apesar dos altos preços não é difícil conseguir financiamento no banco, principalmente se você tiver um emprego permanente full-time (o famoso “de carteria assinada”, como dizemos no Brasil)

– Qual o custo de vida?
O custo de vida vai ser determinado por quanto você paga de aluguel e seu estilo de vida. Tomemos como exemplo um valor de $1000. Neste caso uma renda LÍQUIDA de $3000 daria para passar bem apertado o mês sem direito a carro, diversão e qualquer outro tipo de luxo. O valor é apenas para os gatos essenciais.
Tudo vai depender do estilo de vida que você quer levar, por isso é fundamental que o casal trabalhe e não somente um dos pares.

– Quais os pontos positivos e negativos de morar nesse país?
Para quem veio de uma cidade louca e violenta como São Paulo, vir para Toronto significou encontrar paz e tranqulidade. Claro que existem casos de violência, furtos, assassinatos, mas em escala absurdamente menor do que no Brasil.
Além da segurança, o respeito ao ser humano é uma coisa que descobri só depois de chegar aqui. Somos tratados como gente, principalmente quando se trata de direitos e obrigações; pude perceber isso principalmente dentro das empresas.
No Brasil, se você processar seu chefe/empresa provavelmente suas chances de encontrar outro emprego diminuirão bastante, mas se você processar seu chefe por aqui, é ele quem não vai mais conseguir emprego. A justiça funciona a favor daquele que está com a razão e não daquele que pagou mais.
Outro fator positivo é o transporte público que te leva à maioria dos lugares que você precisa, mas como a GTA (Great Toronto Area) é bem grande, existem alguns lugares cuja melhor alternativa é o carro mesmo.

Como fatores negativos eu citaria principalmente dois: a comida e o clima. A comida porque é completamente diferente da que estamos acostumados e não interessa onde você vá, ela será bem apimentada. Quanto ao clima, é difícil ter meio-termo por aqui, porque no inverno é muito frio (chegando a -30°C) e no verão é muito quente (chegando facilmente aos +40°C). A primavera e o outono tornaram-se minhas estações favoristas com temperaturas mais dentro da “normalidade”.

– Qual a curiosidade que mais te chama a atenção nesse país?
Passamos por uma situação engraçada quando fomos comprar nossas bicilcletas. Como fomos surpreendidos por uma forte chuva, perguntamos ao vendedor na loja se ele fazia entrega em domicílio. Ele nos olhou, fez uma cara de interrogação e finalmente disse “Sabe que ninguém nunca me fez essa pergunta antes?”. Pois é, aqui você compra e você leva pra casa. Algumas lojas possuem serviços de entrega gratuita, mas a maioria cobra um precinho meio salgado.
Isso aconteceu com uma TV que compramos. Não tínhamos como levar pra casa então pedimos para entregar (a uns 300 metros do local). O preço para entrega era metade do preço da TV, então carregamos na mão mesmo.

– Você tem sugestões ou dicas para pessoas que pretendem viver nesse país?
Pesquise, pesquise, pesquise antes de vir para cá e não acredite em nenhuma reportagem da TV mostrando o Canadá como um lugar perfeito. Nem todos conseguem ter sucesso, e recomeçar tudo novamente é uma tarefa árdua e que requer uma série de concessões que você não estaria disposto a fazer no Brasil.

– Você gostaria de recomendar algum web site ou blog relacionado à esse país?
Um blog que não pode faltar na sua lista é o do Gean. Tudo o que você quer e precisa está lá: Vou pro Canadá.

Recentemente ele criou um blog em Inglês com informações específicas só sobre o Canadá: How to live in Canada.

Grupo de discussão no Yahoo, essencial para quem quer vir para cá: Canada Immigration.

E aqui está o início de tudo: cic.gc.ca/. Neste site você obtém informaçoes oficiais sobre os processos de imigração para o Canadá.

Settlement.org: Tem informações importantes para quem quer se estabelecer em Ontario.

Dou bastante dicas sobre o processo de imigração e o dia-a-dia em Toronto no meu blog – Invasões Bárbaras – lesinvasionsbarbares.blogspot.com.

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9 Respostas

  1. Jeanne,

    Seus cães estão demais !!! Imagino o quanto não devam ser especiais para vocês os terem levado junto ! Tiro o chapéu para esse gesto.
    Eu bem que gostaria de ter trazido o meu, mas é um dobermann e aqui, moramos numa casa sem jardim. Iria ficar muito difícil, muito sofrido para quem está acostumado a correr solto. Átila ficou com meus pais. 😦
    Também sou formada em História e minha grande paixão é a História Medieval. Aqui na Europa é possível encontrar seus resquícios em cada esquina. Adoro passear e descobrir coisas que só vi nos meus livros de estudo.

    Parabéns pelo empreendimento e muito sucesso em suas vidas !

    Abraco,

    Susana

  2. Eitâ entrevista boa essa, obrigada 🙂
    Um bjão!

  3. Susana,

    Um dos meus sonhos ainda é conhecer a Europa justamente por causa da História.
    Antigamente pensava em fazer pós-graduação em Paris mas a vida acabou me levando para outros lados.
    Sei como é difícil “deixar pra trás” um cachorrinho. Eu tive que deixar aCili quando voltei da Bolívia para o Brasil. Meu pai não quis nem saber de gastar com cachorro.
    😦
    abraço,

    Jeanne

  4. que linda tua atitude, vou mais com meus cachorros!, e adorei as fotos deles tambems!.Vi teu blog, que lindo!!!
    E que garra tua historia, parabens.
    Beijos

  5. oi catia, adorei tua entrevista e no teu site voce é muito engracada,mistura tudo. Uma pergunta,na tua entrevista mencionou que o dificil foram as vacinas , como assim? e quais foram?pois eu estou inciando o meu processo?beijos

  6. Oisssss! Estou pensando seriamente em imigrar para o Canadá mas, jamais deixaria meus filhotes de 4 patas prá trás. Tenho 3 gatinhos e gostaria de seber se foi difícil levar seus cachorros e o que é necessário para a imigração de animais. Vcs podem me ajudar?
    Obrigada.
    Bjks

  7. Oi Ana Paula,
    Dá uma olhadinha nesses links sobre imigração de cachorro no Canada, peguei lá no blog da Jeanne:
    http://lesinvasionsbarbares.blogspot.com/search/label/C%C3%A3es
    http://lesinvasionsbarbares.blogspot.com/search/label/C%C3%A3es

    []s

  8. otima entrevista!
    não sabia que a Jeanne tinha morado na Bolivia! Cool!!!

  9. Gostaria de saber como ter acesso à esse blog, lá diz que é somente para convidados, tenho interesse em saber sobre imigração de cachorro no Canadá.

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