Nascido em uma cidade com apenas 30 mil habitantes chamada Bariri, no interior do estado de São Paulo, Eduardo saiu de casa aos 17 anos para estudar, se formou pela Universidade Federal de São Carlos em 2006 e trabalhou por 4 anos em empresas dos mais variados portes, incluindo multinacionais como Ericsson e Kaizen, além de ter passado 3 meses a trabalho em Shanghai, China. Depois de toda essa bagagem acumulada, decidiu que havia chegado a hora de um desafio maior: desenvolver uma carreira no exterior. Nessa entrevista ele conta porque escolheu a Austrália e como tem sido essa experiência até agora.
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Sem nenhuma intenção de algum dia morar fora, pedida em casamento por um francês, percebeu que ou mudava, ou mudava. Sendo assim, fez o obvio, mudou. Deixou o queijo minas por uma variedade infinita de outros queijos, vinhos, pães, museus, cheiros, sabores e sensações.
Michel, carioca da gema, foi criado em Minas. O “mundão véio sem porteira” sempre o fascinou. Em 2005, depois de acabar a faculdade no Brasil, foi morar e trabalhar na Austrália. Mas depois de alguns meses lá acabou conhecendo uma italianinha e se apaixonou. Hoje são casados, moram na terra dos relógios, chocolates e canivetes – a Suíça.
A vontade de residir no exterior sempre existiu, porém a oportunidade acabou surgindo um pouco antes do esperado! Sem pensar muito, eles não deixaram a chance passar e se mudaram para a Holanda…
“Ser expatriada é o meu estado natural“, é assim que se auto-descreve Regina Scharf, uma jornalista brasileira que já morou em Paris, mas há 6 anos se encontra em uma das cidades mais alternativas dos EUA, Santa Fe.
Prestes a se formar pela segunda vez e às vésperas de completar os temíveis 30 anos, a estudante gaúcha trocou os empregos tranqüilos e o apartamento mobiliado que tinha por um estágio incerto na Alemanha. Apesar da vida dura e da grana curta, a idéia é não abandonar a terra do chucrute tão cedo. Os porquês você descobre nesta entrevista.
Eliane, conheceu em São Paulo um gringo viajante, poliglota e insistente que a pediu em casamento no segundo encontro e mudaria para sempre o rumo de sua vida. Teve o casamento dos sonhos, largou a família e um emprego estável na Petrobras para enfrentar o desafio de ser esposa, dona de casa e estrangeira nos subúrbios de uma pequena e charmosa cidade universitária no frio meio-oeste americano.


